Capítulo 01

Empreenda como um jogador de xadrez

16 min de leitura · 2 de 5

Aprenda a pensar como quem joga

Xadrez é uma guerra simulada. Nele, dois exércitos se enfrentam num campo quadriculado. Cada lado tem as mesmas peças e possibilidades no início. O objetivo do Xadrez é simples: encurralar o rei adversário. Colocá-lo numa posição em que ele esteja ameaçado e não tenha como escapar. Isso se chama xeque-mate. Xeque é quando o rei está ameaçado, mas ainda consegue fugir. Mate é quando não existe mais jogada. Acabou. Perdeu.

E sabe o que é interessante? No empreendedorismo funciona igual! Xeque é quando o dinheiro aperta, mas ainda dá para negociar, reduzir custos e buscar novos clientes: estamos ameaçados, mas temos movimento. Xeque-mate é quando não tem mais caixa, não tem mais crédito, não tem mais clientes. Acabou. Falência.

XequeInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Xeque: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode
Xeque-mateInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Xeque-mate: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

Assim como o xadrez, empreender também é um jogo de resolver problemas. A diferença é que, no tabuleiro, jogamos para resolver nossos problemas. No mercado, empreendemos para resolver o problema do outro.

Quem abre um negócio para suprir as próprias necessidades inverte as prioridades: a conta que tem que pagar fica à frente da pessoa que tem que atender. O cliente vira mais um número na planilha, porque paramos de cuidar dele e passamos a usá-lo para resolver a nossa vida. E quando ele percebe isso, vai embora e nunca mais volta.

Acorde, pessoa que empreende! Você é a parte interessada menos importante do seu negócio. Antes de você, vem o cliente, depois os colaboradores, depois os parceiros comerciais e, por último, você. Seu problema financeiro será resolvido na mesma medida em que você resolver os problemas dos seus consumidores, colaboradores e parceiros comerciais. Inverta essa ordem e estará jogando para perder, não importa quantas peças você mova.

Regras básicas do jogo

O xadrez é jogado por duas pessoas. Cada uma comanda um exército de 16 peças: um Rei, uma Dama, duas Torres, dois Bispos, dois Cavalos e oito Peões. Cada peça tem um movimento próprio, que veremos mais à frente.

O tabuleiro é composto por 64 casas, metade brancas, metade pretas. Cada casa tem um endereço: colunas horizontais de "A" à "H" e fileiras de "1" à "8". Montar é fácil: cada peça branca ocupa uma casa específica:

  • Torres: A1 e H1
  • Cavalos: B1 e G1
  • Bispos: C1 e F1
  • Dama: D1
  • Rei: E1
  • Peões: enfileirados de A2 a H2

As pretas ficam no extremo oposto do tabuleiro, na mesma ordem, posicionadas como um reflexo.

O tabuleiroInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

O tabuleiro: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

Por regra, as brancas sempre começam, o que dá a elas uma certa vantagem. A partir daí, as jogadas se alternam: um move, o outro responde. Ninguém joga duas vezes seguidas. Tocou a peça, é obrigado a movê-la. Não existe voltar atrás.

No xadrez, o centro do tabuleiro é ouro: quem controla o centro controla o jogo. De lá, as peças alcançam mais território, opções e poder de fogo. As bordas são casas fracas, defensivas e limitadas. Uma peça no canto quase não tem movimento, uma peça no centro domina.

No mercado é igual. O centro do tabuleiro é o seu nicho principal, onde estão o seu cliente ideal, o produto que você domina e a margem que sustenta sua operação. Quando você tenta atuar em tudo ao mesmo tempo, acaba se espalhando pelas bordas, fraco e vulnerável. Controle de território, no empreendedorismo, é participação de mercado. Quantas casas você ocupa? Quantos clientes te conhecem? Quantas pessoas te procuram quando precisam do que você vende? Cada casa dominada é um cliente fidelizado, um parceiro estratégico estabelecido, um canal de vendas em pleno funcionamento.

Nas regras oficiais do xadrez, o relógio é obrigatório e cada jogador tem um tempo limite para realizar sua jogada. No empreendedorismo, não há um relógio real fazendo tique-taque ao seu lado, mas o tempo ruge e as contas não param de chegar. O medo de terminar o mês devendo nos deixa ansiosos e distraídos. Movemos as peças por instinto, reagindo ao que cai no colo, sem olhar para o tabuleiro inteiro.

Jogar sem pensar no xadrez é arriscado, no empreendedorismo também. Você colocaria uma bala em um revólver, giraria o tambor e apontaria para cabeça por diversão? Não, né?! Então me responda: por que você faz isso no seu negócio?

Sempre que você trabalha sem contrato, precifica no chute ou dá desconto sem verificar a margem: sua empresa participa voluntariamente de uma roleta russa perigosa que pode matá-la antes do primeiro ano.

Para ganhar o jogo é preciso estar presente. Presença é como a clareza mental da meditação: a capacidade de silenciar o ruído externo para enxergar o que realmente importa. Estar presente é conseguir se distanciar do piloto automático para ler o jogo. É fazer a conta antes de dar o desconto. É mapear despesas e custos antes de precificar. É ter a disciplina mental de sair do operacional, mesmo que por cinco minutos, para lembrar que você não é apenas uma peça no tabuleiro. Você é o jogador.

Agora, com o cérebro treinado para pensar como quem joga, vamos aprender a mover as peças!

Os Peões são a base

O peão é a peça mais subestimada. Anda pouco, apenas um passo à frente de cada vez. Só ataca nas diagonais à sua frente. Parece frágil e quase sempre é sacrificado sem cerimônia. Apesar dessas limitações, o peão é corajoso: ele nunca recua! Na primeira jogada, cada peão pode escolher entre andar uma casa, com cautela, ou arriscar duas de uma só vez.

No empreendedorismo, o Peão é você no início do jogo, escolhendo quanto risco assumir. Abre o MEI aos finais de semana ou larga o emprego e aposta tudo? Começa com um produto mínimo viável ou investe meses desenvolvendo o produto perfeito?

Jogar com o peão nos ensina como ações simples e consistentes ajudam o MEI a virar o jogo no longo prazo. O produto que resolve um problema vira preferência. A venda conveniente vira hábito. O preço calculado vira dinheiro no caixa. O processo repetido vira produtividade. O atendimento aprimorado vira fidelidade.

O peão é também a única peça que muda de natureza por mérito. Quando atravessa o tabuleiro até a última casa, ele é promovido e pode virar qualquer peça, menos o Rei. Só não pode continuar peão. No xadrez, o peão não pode se recusar a evoluir. Já no mercado, muitos MEIs têm medo de crescer e perder a comodidade de ser pequeno. Eu entendo que crescer pode parecer assustador, porque exige mais estrutura, controle e despesas. Mas tenha em mente que o limite do MEI não é um teto para você bater a cabeça. É um marco para você ultrapassar.

PeãoInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Peão: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

Bispos são os mensageiros

O bispo é uma peça que enxerga longe: ele se move em diagonal, quantas casas quiser. Cada jogador tem dois bispos, um que anda apenas nas casas brancas e outro que anda apenas nas pretas. Eles nunca pisam na mesma cor, mas precisam trabalhar juntos para dominar o tabuleiro. No empreendedorismo, os bispos representam os dois tipos de comunicação de marketing: a institucional e a promocional.

O Bispo das casas brancas é a comunicação institucional: quem você é, o que você defende, sua história e seus valores. É a marca conversando sem vender, construindo reputação. Nesse momento o cliente não compra nada, mas começa a acreditar em você.

O Bispo das casas pretas é a comunicação promocional: o que você vende, quanto custa, por que comprar agora. É conversão, oferta e resultado imediato, em que o cliente sabe exatamente o que está sendo oferecido.

Isoladamente, cada bispo alcança 32 casas. Se você joga com apenas um, metade do tabuleiro fica exposta. É o erro da maioria dos empreendedores, que usa apenas um tipo de comunicação. Tem quem só venda: post cheio de gatilhos mentais, desconto em cima de desconto e urgência fabricada. O cliente compra uma vez e nunca mais volta, porque quem só vende perde a oportunidade de construir uma relação.

Do outro lado, tem quem só conta história: post filosófico, vídeo motivacional e palestra sobre propósito. É inspirador, mas ninguém compra. Quem nunca oferta perde a chance de engordar o caixa. Quando jogam juntos, os dois bispos têm uma força devastadora: o institucional prepara o terreno e constrói a confiança para que o promocional entre forte e feche a venda. Um sustenta a reputação, o outro bota dinheiro para dentro.

Existe ainda um detalhe: no xadrez, o bispo só se desloca se a diagonal estiver livre. No mercado é a mesma coisa. Não adianta criar um anúncio impecável ou gastar dinheiro impulsionando um post se a sua própria operação trava o negócio. Se o atendimento no WhatsApp demorar horas, se a entrega atrasar ou se o produto falhar, a sua mensagem perde a força. Quando a base não funciona, mesmo a melhor comunicação do mundo é ignorada.

BispoInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Bispo: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

Cavalos são atalhos de crescimento

O cavalo é um verdadeiro bombardeio no xadrez. Ele não anda em linha reta, não respeita a lógica visual e surge onde ninguém espera, pulando peças e ignorando barreiras.

Seu movimento é em "L": pode ser dois passos para frente e um para o lado, dois para o lado e um para frente, ou dois para trás e um para o lado. O "L" pode apontar para qualquer canto, desde que a casa de destino esteja livre ou contenha uma peça inimiga para capturar. Com isso, o cavalo sempre sai de uma casa branca para uma preta, ou de uma preta para uma branca. É a única peça que o adversário não consegue bloquear.

No empreendedorismo, o Cavalo representa as ações sazonais e os atalhos para o crescimento. São as oportunidades de agir rápido e aproveitar necessidades urgentes, como Black Friday, Dia das Mães, Natal e volta às aulas. Aqui também entram as parcerias estratégicas que abrem mercado da noite para o dia, os formatos alternativos de distribuição que colocam seu produto onde ninguém imaginaria e as mudanças na legislação ou no comportamento do mercado para as quais sua empresa está preparada.

O problema é que o Cavalo cria uma falsa sensação de superioridade. Funcionou uma vez e você acha que descobriu a fórmula mágica. É aí que começa a dependência do cliente que só compra na promoção, porque quem vive de atalho atrai oportunistas, não clientes. O oportunista sabe que, no primeiro aperto, você entrega o que tem valor quase de graça. Sabe que seu negócio não tem ritmo próprio e só funciona em espasmos. Sabe também que, no intervalo entre um atalho e outro, o caixa sempre vai sangrar.

O atalho pode até resolver o problema do mês, mas não garante crescimento sustentável no curto, médio ou longo prazo.

CavaloInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Cavalo: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

Torres são pilares financeiros

As Torres são peças estruturadas, sólidas e previsíveis. Elas se movem sempre em linha reta, avançando quantas casas quiserem para frente, para trás ou para os lados, desde que o caminho esteja livre. Quando conectadas, tornam-se quase imparáveis, porque representam defesa e ataque ao mesmo tempo. No tabuleiro do empreendedorismo, as torres cumprem o papel do financeiro.

A primeira Torre representa o seu capital de giro. O tempo de maturação de um negócio exige fôlego. A pergunta é: por quanto tempo a sua empresa sobrevive sem vender nada? De quanto tempo você precisa para se posicionar no mercado e começar a ganhar dinheiro de verdade? O capital de giro é a torre de defesa, mas é também a base para o ataque, porque um caixa saudável impulsiona as ações de vendas e a construção de marca. Ninguém consegue anunciar para vender ou construir uma marca sem dinheiro.

A segunda Torre é o seu fluxo de caixa, que determina a sua mobilidade no tabuleiro. Ele define quanto você pode investir, qual margem de desconto pode oferecer e quais gastos precisam ser controlados na ponta do lápis. É aqui que você monitora o custo e o preço de venda do produto, o faturamento e a relação entre custos fixos e variáveis. A margem mal calculada cobra a conta quando o volume aumenta: você vende mais e perde mais, sem entender o porquê. Nesse caso, a Torre que deveria atacar fica presa na defesa, gastando todo o fôlego para segurar o caixa no sufoco, sem jamais conseguir avançar.

Quando a margem está certa, o capital de giro garante que você não entre em desespero e o fluxo de caixa dá a liberdade necessária para investir e conquistar novos mercados com agressividade e segurança.

TorreInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Torre: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

A Dama é a marca

Popularmente conhecida como rainha, a Dama é a peça mais poderosa do tabuleiro. Ela se move em qualquer direção, combinando o poder da Torre com o alcance do Bispo. Toda essa liberdade e esse poder de fogo podem deixar a Dama vaidosa. Por isso, ela é a peça mais capturada pelo ego.

No empreendedorismo, a marca desempenha o papel da Dama. Ela gera valor e diferenciação. Faz o cliente te escolher ainda que você cobre mais caro. Em busca da imagem perfeita, muitos empreendedores criam um visual impecável e planejam posicionamentos com discursos inspiradores. Fica tudo perfeito no palco do Instagram, mas nos bastidores o produto é mal acabado, o atendimento é sofrível e a entrega atrasa.

Mentir para o cliente é trair quem confiou na sua palavra. O que você promete precisa ser cumprido, mesmo que haja prejuízos. Entregar o combinado e corresponder a todas as expectativas geradas antes, durante e depois da venda é uma obrigação, não uma escolha.

O que sustenta o seu nome no mercado é a coerência entre o que se diz, o que se faz, o que se promete e o que se entrega. A força da sua marca não vem de uma única jogada, mas do acúmulo de pequenos acertos diários: o pedido entregue no prazo, o atendimento que resolve, o produto que realmente funciona. Casa por casa, dia após dia. É essa consistência implacável na execução que, com o passar dos anos, transforma a sua marca em um ativo extremamente valioso, com peso real e praticamente impossível de ser copiado ou ignorado pelo mercado.

Revise os movimentos da Dama (9 pontos): Move sem limites por todas as verticais, horizontais e diagonais. O valor é o mais alto do tabuleiro porque ela soma as forças da torre e do bispo, controlando a maior quantidade de casas possível.

DamaInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Dama: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

O Rei é o negócio

O Rei não é a peça mais poderosa, mas é a mais importante: se ele cai, o jogo acaba, não importa quantas peças você tenha no tabuleiro. Ele pode ir para qualquer casa ao seu redor, um passo de cada vez. Também pode capturar uma peça para se proteger de um ataque. Só não pode se colocar em perigo.

No xadrez é proibido entregar o jogo. Você pode desistir, deitando o seu rei e assumindo a superioridade do adversário, mas em hipótese alguma pode colocá-lo em uma situação de perigo real, seja xeque ou mate. No empreendedorismo, o negócio carrega o peso de um Rei.

Há dois tipos de negócio que são capturados rápido: os que lucram muito, mas vendem pouco; os que vendem muito e lucram pouco. Esses dois perfis costumam realizar movimentos impulsivos e ansiosos, que quase sempre terminam em captura. O primeiro acha que é possível cobrar caro sem ter uma marca forte e consolidada. Acaba frustrado por faturar pouco e mal conseguir pagar as contas. O segundo confunde faturamento com lucro: trabalha demais, mas sempre termina o mês cansado e sem dinheiro.

É fácil identificar quando um Rei está encurralado. Basta prestar atenção aos sinais: você tem dificuldade para atrair clientes e não consegue vender seu produto ou serviço pelo preço que vale. Seu prazo de entrega estoura toda semana, os clientes reclamam da qualidade e você nunca tem tempo para resolver. Contrata gente às pressas porque não aguenta mais sozinho, mas não tem processos organizados para que essas pessoas sejam produtivas. Não sabe quanto custa cada produto ou serviço que vende. Faz promoção pra pagar boleto e tira do pessoal para cobrir o empresarial.

Por isso, cada decisão tomada precisa responder a uma pergunta simples: isso protege ou expõe o meu Rei? Aceitar esse projeto grande vai estourar o prazo dos outros clientes? Dar desconto de 40% pra fechar o mês vai matar a margem do próximo? Investir em campanha agressiva sem ter estoque vai frustrar o cliente? Contratar alguém agora vai aumentar a produtividade ou só vai colocar mais uma pessoa num negócio sem processos? Proteger o Rei não é paralisar o negócio, é crescer com base. É saber defender o essencial enquanto se constrói o ideal, num jogo longo, não numa partida rápida. No xadrez, vence quem mantém o Rei em pé, e não quem tem mais peças. No empreendedorismo, vence quem mantém o negócio sustentável e lucrativo.

Revise os movimentos do Rei (Valor Infinito): Move apenas uma casa em qualquer direção. Seu valor é absoluto porque sua queda decreta o fim imediato da partida, impossibilitando qualquer tipo de troca comercial ou sacrifício na mesa.

ReiInterativo

Toque na peça e depois numa casa marcada. Ou arraste.

Rei: toque na peça e depois na casa, ou arraste.pode ircapturanão pode

O que aprendemos até aqui?

Empreender como um jogador nos obriga a fazer o básico: pensar antes de agir. Aprendemos que cada movimento conquista ou compromete uma posição, que o crescimento sem estrutura é uma queda adiada e que o jogo longo sempre vence o precipitado. Mas nenhum aprendizado se sustenta sem prática. Para exercitar o que você aprendeu sobre xadrez, baixe um aplicativo gratuito e comece a jogar.

Ponha em prática

Comece a jogar hoje

Baixe o app e comece a jogar de graça. Cinco minutos por dia já treinam o cérebro para pensar antes de agir, no tabuleiro e no negócio.

Aprender no Chess.com

Com o cérebro treinado para planejar cada movimento, vamos sair da teoria e partir para a prática empreendedora, no campo de batalha real. Daqui para frente, você vai aprender a analisar a viabilidade do seu mercado para não entrar em furada, criar um plano de negócio sólido para ter clareza dos seus próximos passos, precificar corretamente para não pagar para trabalhar, gerir as finanças para manter o jogo equilibrado e, o mais importante, vender e construir marcas com estratégias físicas e digitais simples, que cabem no tempo, no bolso e na realidade do Microempreendedor Brasileiro.

O caminho

Primeiro o livro, depois a oficina

O Encontre um MEIo explica o método: planejar, precificar e vender. A oficina coloca isso em prática em quatro horas, com as três ferramentas. Quem passa pelos dois aproveita muito melhor o Marcas da Empatia, que vem em seguida.